Repórter: RODRIGO FERNANDO MICHELUTI – 20/08/2008 - AGEUNIARA
A comissão do Plano Emergencial para Redução dos Acidentes em Araraquara (SP) registrou bons resultados com a diminuição dos acidentes de trânsito, desde que a lei Seca foi implantada no País no dia 20 de junho de 2008.
Durante um encontro realizado, no início de agosto, na sede da Companhia Tróleibus de Araraquara (CTA), para analisar os dados relacionados ao trânsito, obtidos pela Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros (CB) e Sistema de Atendimento Móvel de Urgência(SAMU),também estiveram presentes representantes da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), Polícia Civil, Igreja Católica, Secretária de Saúde, Guarda Municipal, Canibais Motoclube de Araraquara e Concessionárias de veículos.
Os dados apresentados pela PM comparam os últimos 43 dias antes da implantação da lei, com o período atual e mostram a diminuição dos atropelamentos em 38%.As vítimas de atropelamento tiveram queda de 20% e acidentes de trânsito com vítimas tiveram queda de 19%.Já os acidentes sem vítimas diminuíram 9%.
"O SAMU de Araraquara contabilizou queda de 20% nos atendimentos relacionados ao trânsito", afirma o médico coordenador do serviço Renato Nasser e o Corpo de Bombeiros aponta uma diminuição maior com dados que mostram que no mês de maio, antes da implantação da lei, foram 85 atendimentos realizados pela equipe de resgate e, em julho, apenas 65 ocorrências.
O presidente da CTA, Nilson Carneiro, diz que a lei é inegavelmente boa para a população e não descarta a possibilidade da continuação da fiscalização dos agentes de trânsito da CTA, Polícia Militar, Guarda Municipal e Secretária de Saúde para que se faça cumprir a lei Seca no município.
Durante a reunião também foi entregue a PM um etilomêntro (popularmente conhecido como bafômetro), comprado pela CTA para ser usado na fiscalização. O equipamento teve um custo de R$ 2 mil e terá sua utilização nas Blitz realizadas em diversos pontos da cidade, 24 horas por dia todos os dias da semana.
O delegado do Ciretran, Edivaldo Ravenna Picazo, diz que o equipamento não é apenas uma forma de punir o motorista que descumpre a lei, mas sim serve como defesa em certos casos.“O equipamento pode ser usado por quem deseja provar para o agente de trânsito que não consumiu álcool”, afirma.
Por outro lado, comerciantes do setor de bares e restaurantes, sofrem com a queda das vendas de bebidas alcoólicas e dos clientes que também pararam de freqüentar os estabelecimentos por não poder consumir bebidas alcoólicas.
Márcio Sparazzo, proprietário de um bar noturno afirma que após a implantação da lei Seca, registrou uma queda de cerca de 20% no número de freqüentadores nos fins de semana e uma queda de cerca de 35% nas vendas de bebidas alcoólicas, o que pode trazer até demissão de funcionários.
Sparazzo diz estudar novidades para implantar em seu estabelecimento para tentar reverter à situação de queda de freqüentadores e na venda de bebidas alcoólicas, mas confirma que não só em seu estabelecimento, mas em diversos outros estabelecimentos as novidades podem demorar a se concretizar pela inviabilidade de custo para o estabelecimento.
A comissão do Plano Emergencial para Redução dos Acidentes em Araraquara (SP) registrou bons resultados com a diminuição dos acidentes de trânsito, desde que a lei Seca foi implantada no País no dia 20 de junho de 2008.
Durante um encontro realizado, no início de agosto, na sede da Companhia Tróleibus de Araraquara (CTA), para analisar os dados relacionados ao trânsito, obtidos pela Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros (CB) e Sistema de Atendimento Móvel de Urgência(SAMU),também estiveram presentes representantes da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), Polícia Civil, Igreja Católica, Secretária de Saúde, Guarda Municipal, Canibais Motoclube de Araraquara e Concessionárias de veículos.
Os dados apresentados pela PM comparam os últimos 43 dias antes da implantação da lei, com o período atual e mostram a diminuição dos atropelamentos em 38%.As vítimas de atropelamento tiveram queda de 20% e acidentes de trânsito com vítimas tiveram queda de 19%.Já os acidentes sem vítimas diminuíram 9%.
"O SAMU de Araraquara contabilizou queda de 20% nos atendimentos relacionados ao trânsito", afirma o médico coordenador do serviço Renato Nasser e o Corpo de Bombeiros aponta uma diminuição maior com dados que mostram que no mês de maio, antes da implantação da lei, foram 85 atendimentos realizados pela equipe de resgate e, em julho, apenas 65 ocorrências.
O presidente da CTA, Nilson Carneiro, diz que a lei é inegavelmente boa para a população e não descarta a possibilidade da continuação da fiscalização dos agentes de trânsito da CTA, Polícia Militar, Guarda Municipal e Secretária de Saúde para que se faça cumprir a lei Seca no município.
Durante a reunião também foi entregue a PM um etilomêntro (popularmente conhecido como bafômetro), comprado pela CTA para ser usado na fiscalização. O equipamento teve um custo de R$ 2 mil e terá sua utilização nas Blitz realizadas em diversos pontos da cidade, 24 horas por dia todos os dias da semana.
O delegado do Ciretran, Edivaldo Ravenna Picazo, diz que o equipamento não é apenas uma forma de punir o motorista que descumpre a lei, mas sim serve como defesa em certos casos.“O equipamento pode ser usado por quem deseja provar para o agente de trânsito que não consumiu álcool”, afirma.
Por outro lado, comerciantes do setor de bares e restaurantes, sofrem com a queda das vendas de bebidas alcoólicas e dos clientes que também pararam de freqüentar os estabelecimentos por não poder consumir bebidas alcoólicas.
Márcio Sparazzo, proprietário de um bar noturno afirma que após a implantação da lei Seca, registrou uma queda de cerca de 20% no número de freqüentadores nos fins de semana e uma queda de cerca de 35% nas vendas de bebidas alcoólicas, o que pode trazer até demissão de funcionários.
Sparazzo diz estudar novidades para implantar em seu estabelecimento para tentar reverter à situação de queda de freqüentadores e na venda de bebidas alcoólicas, mas confirma que não só em seu estabelecimento, mas em diversos outros estabelecimentos as novidades podem demorar a se concretizar pela inviabilidade de custo para o estabelecimento.

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